MENINA MOÇA
Adriana, filha querida.
Ingênua,
Pura e singela.
Mente de criança,
Corpo transformando.
Aos poucos modificando,
Amadurecendo para a vida.
Como és bela!
Teus modos, ainda latentes,
Não sabem o que despertam na mente.
Sem maldade, como a natureza
Que tudo faz com simplicidade.
És no viver de nossos dias,
Com perfeição,
Da poesia, a flor mais linda
Nessa idade.
Menina-moça, criança estás ainda
No despertar da primavera da vida.
É tão bonito vê-la na roda do tempo,
Embalada pelo próprio vento,
Que a transforma para ser mulher.
Tens muito que aprender vivendo,
As etapas pouco a pouco vencendo,
Nas emoções do dia-a-dia
Que tiveres.
Em teu olhar, ainda há serenidade
Que o mundo ainda não contaminou.
És a candura embalada pelo tempo,
Musa em que a vida inspirou.
Pura e singela.
Mente de criança,
Corpo transformando.
Aos poucos modificando,
Amadurecendo para a vida.
Como és bela!
Teus modos, ainda latentes,
Não sabem o que despertam na mente.
Sem maldade, como a natureza
Que tudo faz com simplicidade.
És no viver de nossos dias,
Com perfeição,
Da poesia, a flor mais linda
Nessa idade.
Menina-moça, criança estás ainda
No despertar da primavera da vida.
É tão bonito vê-la na roda do tempo,
Embalada pelo próprio vento,
Que a transforma para ser mulher.
Tens muito que aprender vivendo,
As etapas pouco a pouco vencendo,
Nas emoções do dia-a-dia
Que tiveres.
Em teu olhar, ainda há serenidade
Que o mundo ainda não contaminou.
És a candura embalada pelo tempo,
Musa em que a vida inspirou.
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