AZALÉIA
A flor calada
Grita cores,
Expandindo beleza.
A voz que fala,
Diz baixinho.
Da flor, toda pureza.
Olhando-a, vejo
Você.
Penso
E ela fala.
E eu querendo
Ouvir seu grito,
Que meu coração
Sufoca.
Por você
Meu infinito!
No amor os atos dizem,
a voz cala, pois, o coração
fala o que a natureza pede.”
London, March, 1990
Grita cores,
Expandindo beleza.
A voz que fala,
Diz baixinho.
Da flor, toda pureza.
Olhando-a, vejo
Você.
Penso
E ela fala.
E eu querendo
Ouvir seu grito,
Que meu coração
Sufoca.
Por você
Meu infinito!
No amor os atos dizem,
a voz cala, pois, o coração
fala o que a natureza pede.”
London, March, 1990
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