Monday, September 21, 2026

AZALÉIA

AZALÉIA

A flor calada
Grita cores,
Expandindo beleza.
A voz que fala,
Diz baixinho.
Da flor, toda pureza.
Olhando-a, vejo
Você.
Penso
E ela fala.
E eu querendo
Ouvir seu grito,
Que meu coração
Sufoca.
Por você
Meu infinito!
No amor os atos dizem,
a voz cala, pois, o coração
fala o que a natureza pede.”

London, March, 1990

Ao copiar e partilhar este poema, mantenha sempre os créditos da autora, do livro e do website.

AZALÉIA

AZALÉIA A flor calada Grita cores, Expandindo beleza. A voz que fala...